A alternância constante entre o dia e a noite, a duração do dia e do ano, a sucessão periódica das estações climáticas, são as conseqüências mais sensíveis dos movimentos do nosso planeta.
Nossa existência e nossas ocupações, a duração das coisas e o calendário da história, tudo está estreitamente ligado aos movimentos que definem e estruturam o nosso tempo.
Um tempo que é totalmente diverso do que se registra em outros mundos.
Por exemplo: Na Lua, o ano não tem mais que 12 dias e 12 noites, ainda que esses dias tenham a mesma duração dos nossos.
Em Júpiter, onde o ano tem a duração quase 12 vezes maior que a do ano terrestre (4.333 dias) , o dia é quase um e meio dos nossos.
Em Saturno, a desproporção é maior: um ano dura quase tanto como 30 dos nossos.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
No Centro – o Sol
O Sol faz seu passeio diário pelos céus e, à noite, observamos milhões de estrelas movimentar-se. Só a Terra parece imóvel – firme, segura e imensa.
E por mais de mil anos os sábios acreditaram que assim fosse: a Terra é o centro do Universo, em torno dela giram todos os corpos celestes.
A ninguém ocorreria duvidar dessa concepção – o geocentrismo – mesmo porque a Igreja apresentava-a como Verdade indiscutível.
Mas um homem, nos primeiros anos do século dezesseis, resolveu discuti-la. E acabou por negá-la.
Esse homem chamava-se Nicolai Copérnico.
E por mais de mil anos os sábios acreditaram que assim fosse: a Terra é o centro do Universo, em torno dela giram todos os corpos celestes.
A ninguém ocorreria duvidar dessa concepção – o geocentrismo – mesmo porque a Igreja apresentava-a como Verdade indiscutível.
Mas um homem, nos primeiros anos do século dezesseis, resolveu discuti-la. E acabou por negá-la.
Esse homem chamava-se Nicolai Copérnico.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Tudo começou com a maçã
Em 1666, uma maçã, ao cair da árvore, despertou a curiosidade de Isaac Newton.
“Por que caiu a maçã?” perguntou-se Isaac Newton. “Ninguém lhe deu impulso para que caísse. Ninguém a jogou ao solo. Estando madura, desprendeu-se da árvore, está certo. Mas isso não significava, em absoluto, que devesse cair, por si só sobre a Terra. A não ser que algo a impelisse para tanto. Mas o que?”
Essa pergunta levou Newton à descoberta de uma das mais importantes leis científicas, chamada “lei da gravitação universal”.
Se a maçã – e todos os outros corpos – caem à Terra sem que possuam qualquer velocidade inicial, então a Terra deve ter uma força de atração que os obrigue a cair.
Mas esta força de atração não seria idêntica à que mantém a Lua em órbita ao redor da Terra? E o Sol não seria também capaz de exercer a força de atração para manter a Terra e os de mais planetas ao seu redor? E, no fundo, não haveria uma força de atração mútua entre todos os corpos, a qual dependeria de suas massas?
Comparando então a queda dos corpos, junto à superfície da Terra, com a “queda” da Lua na respectiva órbita distante, Newton completou sua hipótese, estabelecendo que a atração da Terra devia variar na razão inversa do quadrado da distância. E assim formulou a lei genial da gravitação no Universo.
“Por que caiu a maçã?” perguntou-se Isaac Newton. “Ninguém lhe deu impulso para que caísse. Ninguém a jogou ao solo. Estando madura, desprendeu-se da árvore, está certo. Mas isso não significava, em absoluto, que devesse cair, por si só sobre a Terra. A não ser que algo a impelisse para tanto. Mas o que?”
Essa pergunta levou Newton à descoberta de uma das mais importantes leis científicas, chamada “lei da gravitação universal”.
Se a maçã – e todos os outros corpos – caem à Terra sem que possuam qualquer velocidade inicial, então a Terra deve ter uma força de atração que os obrigue a cair.
Mas esta força de atração não seria idêntica à que mantém a Lua em órbita ao redor da Terra? E o Sol não seria também capaz de exercer a força de atração para manter a Terra e os de mais planetas ao seu redor? E, no fundo, não haveria uma força de atração mútua entre todos os corpos, a qual dependeria de suas massas?
Comparando então a queda dos corpos, junto à superfície da Terra, com a “queda” da Lua na respectiva órbita distante, Newton completou sua hipótese, estabelecendo que a atração da Terra devia variar na razão inversa do quadrado da distância. E assim formulou a lei genial da gravitação no Universo.
quarta-feira, 31 de março de 2010
ATMOSFERA - parte 1
Os antigos gregos julgavam que o ar envolvia o globo terrestre como uma grande nuvem de vapor . E o denominaram atmosfera (de atmo = vapor, e sphaira = esfera). Hoje sabemos que a atmosfera nada tem a ver com o vapor, embora – como pensavam os antigos – de fato forme uma esfera à volta da Terra. É uma camada de gases que alcança mais de mil quilômetros de espessura, e cuja massa é de 5 quatrilhões de toneladas. E não fosse essa camada de gases, as condições de sobrevivência do homem na Terra seriam bastante difíceis
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