Muitos anos já se passaram desde o surgimento do conceito de Inteligência Emocional (Daniel Goleman), e, finalmente, as empresas brasileiras (incluindo-se as consultorias de RH reconhecidas em sua competência profissional), estão assumindo que além da capacidade intelectual e competência técnica, os candidatos devem ser investigados em suas qualidades pessoais como iniciativa, liderança, adaptabilidade, empatia ou capacidade de persuasão.
De fato, a maioria dos nossos clientes tem seguido a tendência de relegar o coeficiente intelectual a um segundo plano, pedindo-nos para dar mais importância à auto-estima, autocontrole, dedicação, integridade e comunicabilidade, além das qualidades mencionadas anteriormente.
Temos, assim, acompanhado, por conseguinte, a preferência em considerar um profissional como sendo brilhante muito mais por sua capacidade de trabalhar em equipe e por saber maximizar a produção do grupo do que por qualidades ditas como sendo de “aplicação individual”.
Evidentemente, isso nos fez adotar a prática de avaliar candidatos não só em seu raciocínio lógico e capacidade analítica como também em sua inteligência emocional. Os dados que confirmam estas tendências se baseiam nas pesquisas realizadas em mais de 500 empresas no mundo, as quais também concluem que a inteligência emocional afeta, do mesmo modo, a todos no ambiente de trabalho, dos postos mais modestos aos altos cargos de direção.
A prática tem demonstrado que a adoção desse conceito nos processos de seleção só tem gerado bons resultados; por exemplo, como a inteligência emocional é um catalisador positivo no processo decisório individual (graças às experiências anteriores), os profissionais escolhidos com base nessa avaliação são aqueles aptos a tomarem as decisões mais acertadas.
Percebe-se, também, que nas empresas que se baseiam na inteligência emocional, equilibra-se a emoção e a razão e, por conta disso, considera-se que os melhores resultados ocorrerão se a empresa animar e motivar o seu pessoal. Em outras palavras, os sentimentos e habilidades humanas são alavancas para o bom funcionamento das empresas e, por esse motivo, a inteligência emocional passou a ser tão importante como a carreira, um MBA ou a própria vivência profissional – já não se julga o candidato apenas por sua experiência e inteligência, valorizando-se, além disso, a forma como se relaciona e como controla as suas emoções.
Daniel Goleman, em “A Inteligência Emocional”, insinua que ninguém precisa ser um gênio para alcançar êxito na carreira, haja vista que existem outras faculdades que nos habilitam para isso e que podem ser aprendidas ao longo da vida, como:
FACULDADES SOCIAIS
Empatia: pôr-se no lugar do outro, escutar, ajudar o desenvolvimento dos demais, sensibilidade;
Habilidades sociais: persuasão, influência, comunicação, liderança, gestão de conflitos, trabalho em equipe.
FACULDADES PESSOAIS
Consciência de si mesmo: avaliação das emoções, aceitação de responsabilidades, conhecimento de pontos fortes e fracos, segurança quanto ao próprio valor pessoal;
Autodomínio: domínio de sentimentos e impulsos que podem dificultar o que se está fazendo, capacidade de adaptação, inovação;
Empenho: motivação ao êxito, dedicação, otimismo.
A dica, portanto, é utilizar de maneira competente os sentimentos e habilidades sociais e pessoais para melhorar a inteligência emocional, sendo que, para isso, o indivíduo deve avaliar-se previamente e saber quais são as próprias habilidades para, então, reforçá-las. Se as ferramentas adequadas forem conseguidas, também será possível dominar as habilidades exigidas pelo mundo de trabalho. E lembre-se: para atingir o sucesso, não é necessário sobressair-se em todas as atitudes citadas, mas apenas ser forte o bastante em algumas delas.
* Paulo César T. Ribeiro é psicólogo, consultor de empresas, “coach" e "headhunter", conceituado entre os melhores apresentadores por sua reconhecida experiência em treinamentos voltados ao comportamento gerencial e ao desenvolvimento de líderes, equipes e outros diversos temas. Diretor da CONSENSOrh.
Fonte:RH Portal - http://www.rhportal.com.br/artigos - Recrutamento e Seleção
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Dengue no Brasil
No Brasil, existem casos de Dengue desde os tempos coloniais.
Em 1685 registrou-se o primeiro caso da doença, em Recife.
Em 1692 morreram , em Salvador, duas mil pessoas infectadas por Dengue, onde até então achava-se que era apenas uma virose benigna.
De lá para cá, de tempos em tempos vem surgindo novas epidemias. A partir de 1903, Oswaldo Cruz – Diretor Geral da Saúde Pública, na época – iniciou um programa de combate ao mosquito Aedes aegypti, conseguindo erradicar a doença por volta de 1957, até que em 1982 houve nova epidemia no Brasil.
As epidemias de Dengue no Brasil vem crescendo a cada ano.
A doença:
Dengue é uma doença causado por um vírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e que ocorre em países de clima tropical, geralmente no verão quando se dá a época das chuvas.
O Aedes aegypti possui algumas características que podem facilitar seu reconhecimento: escuro e rajado de branco; é menor que um pernilongo comum; só pica durante o dia; se reproduz dentro e nas proximidades das habitações, onde houver água parada e limpa (em caixas d´água abertas, vasos, pneus ou outros recipientes que possam acumular água). O período de incubação varia de três a quinze dia após a picada pelo mosquito infectado.
Uma pessoa não transmite o vírus para outra, isso só ocorre se o mosquito fêmea picar uma pessoa infectada e em seguida picar uma pessoa não infectada.
Vale lembrar que o mosquito pode picar qualquer pessoa e não apenas pessoas de baixa renda ou em más condições de saneamento. Até mesmo artistas famosos, políticos entre outras personalidades podem contrair a Dengue.
Em 1685 registrou-se o primeiro caso da doença, em Recife.
Em 1692 morreram , em Salvador, duas mil pessoas infectadas por Dengue, onde até então achava-se que era apenas uma virose benigna.
De lá para cá, de tempos em tempos vem surgindo novas epidemias. A partir de 1903, Oswaldo Cruz – Diretor Geral da Saúde Pública, na época – iniciou um programa de combate ao mosquito Aedes aegypti, conseguindo erradicar a doença por volta de 1957, até que em 1982 houve nova epidemia no Brasil.
As epidemias de Dengue no Brasil vem crescendo a cada ano.
A doença:
Dengue é uma doença causado por um vírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e que ocorre em países de clima tropical, geralmente no verão quando se dá a época das chuvas.
O Aedes aegypti possui algumas características que podem facilitar seu reconhecimento: escuro e rajado de branco; é menor que um pernilongo comum; só pica durante o dia; se reproduz dentro e nas proximidades das habitações, onde houver água parada e limpa (em caixas d´água abertas, vasos, pneus ou outros recipientes que possam acumular água). O período de incubação varia de três a quinze dia após a picada pelo mosquito infectado.
Uma pessoa não transmite o vírus para outra, isso só ocorre se o mosquito fêmea picar uma pessoa infectada e em seguida picar uma pessoa não infectada.
Vale lembrar que o mosquito pode picar qualquer pessoa e não apenas pessoas de baixa renda ou em más condições de saneamento. Até mesmo artistas famosos, políticos entre outras personalidades podem contrair a Dengue.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
DIA DO DESAFIO
Na próxima semana, será comemorado o Dia do Desafio.
Muitas cidades ao redor do Globo são convidadas a participar com algum exercício físico, pelo menos 15 minutos.
Infelizmente, no mundo atual, onde o sedentarismo toma conta, a maioria das pessoas não praticam mais exercícios.
Para muitos sim, é um desafio praticar exercício - coisa que no passado era natural as pessoas se exercitarem.
Tomamos por exemplo, pessoas que trabalhavam em serviços braçais.
Hoje a tecnologia facilitou a vida de muitos, mas em contra partida, ficamos mais sedentários.
Precisamos vencer o desafio diario, com exercícos.
Nosso coração agradece.
Muitas cidades ao redor do Globo são convidadas a participar com algum exercício físico, pelo menos 15 minutos.
Infelizmente, no mundo atual, onde o sedentarismo toma conta, a maioria das pessoas não praticam mais exercícios.
Para muitos sim, é um desafio praticar exercício - coisa que no passado era natural as pessoas se exercitarem.
Tomamos por exemplo, pessoas que trabalhavam em serviços braçais.
Hoje a tecnologia facilitou a vida de muitos, mas em contra partida, ficamos mais sedentários.
Precisamos vencer o desafio diario, com exercícos.
Nosso coração agradece.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
HISTÓRIA DA INTERNET - Parte 2
A INTERNET NO BRASIL
A Internet chegou ao Brasil em 1988 por iniciativa da comunidade acadêmica de São Paulo (FAPESP – FUNDAÇÃO DE Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Rio de Janeiro (UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro e LNCC – Laboratório Nacional de Computação Cientifica).
Em 1989 foi criada, pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, a Rede Nacional de Pesquisas (RPN) , uma instituição com os objetivos de iniciar e coordenar a disponibilização de serviços de acesso à Internet no Brasil; como ponto de partida foi criado um backbone conhecido como a backbone RNP, interligado instituições educacionais à Internet.
Esse backbone inicialmente interligava 11 estados a partir de pontos de presença (POP – Point of Presence) em suas capitais; ligados a esses pontos foram criados alguns backbones regionais, a fim de integrar instituições de outras cidades à Internet; como exemplos desses backbones temos em São Paulo a ANSP (Academic Network at São Paulo) e no Rio de Janeiro a Rede Rio.
A explosão comercial da Internet foi iniciada em dezembro/1994 a partir de um projeto-piloto da Embratel, onde foram permitidos acesso à Internet inicialmente através de linhas discadas, e posteriormente (abril/1995) através de acessos dedicados via RENPAC ou linhas E1.
Em paralelo a isso, a partir de abril/1995 foi iniciado pela RNP um processo para a implantação comercial da Internet no Brasil, com uma série de etapas, entre as quais a ampliação do backbone RNP no que se refere a velocidade e número de POP’s, a fim de suportar o trafego comercial de futuras redes conectadas a esses POP’s; esse backbone a partir de então passou a se chamar Internet/BR.
Uma primeira etapa de expansão desse backbone foi concluída em Dezembro/1995, restando ainda a criação de POP’s em mais estados; além disso, algumas empresas (IBM, UNISYS, Banco Rural) anunciam ainda para o ano de 1996) a inauguração de backbones próprios.
A Internet chegou ao Brasil em 1988 por iniciativa da comunidade acadêmica de São Paulo (FAPESP – FUNDAÇÃO DE Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Rio de Janeiro (UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro e LNCC – Laboratório Nacional de Computação Cientifica).
Em 1989 foi criada, pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, a Rede Nacional de Pesquisas (RPN) , uma instituição com os objetivos de iniciar e coordenar a disponibilização de serviços de acesso à Internet no Brasil; como ponto de partida foi criado um backbone conhecido como a backbone RNP, interligado instituições educacionais à Internet.
Esse backbone inicialmente interligava 11 estados a partir de pontos de presença (POP – Point of Presence) em suas capitais; ligados a esses pontos foram criados alguns backbones regionais, a fim de integrar instituições de outras cidades à Internet; como exemplos desses backbones temos em São Paulo a ANSP (Academic Network at São Paulo) e no Rio de Janeiro a Rede Rio.
A explosão comercial da Internet foi iniciada em dezembro/1994 a partir de um projeto-piloto da Embratel, onde foram permitidos acesso à Internet inicialmente através de linhas discadas, e posteriormente (abril/1995) através de acessos dedicados via RENPAC ou linhas E1.
Em paralelo a isso, a partir de abril/1995 foi iniciado pela RNP um processo para a implantação comercial da Internet no Brasil, com uma série de etapas, entre as quais a ampliação do backbone RNP no que se refere a velocidade e número de POP’s, a fim de suportar o trafego comercial de futuras redes conectadas a esses POP’s; esse backbone a partir de então passou a se chamar Internet/BR.
Uma primeira etapa de expansão desse backbone foi concluída em Dezembro/1995, restando ainda a criação de POP’s em mais estados; além disso, algumas empresas (IBM, UNISYS, Banco Rural) anunciam ainda para o ano de 1996) a inauguração de backbones próprios.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO.
Definição: É uma ferramenta gerencial, que tanto pode ser utilizada nas empresas quanto em nossas vidas, permitindo a organização de metas pessoais e profissionais com menor dispêndio de energia física e mental. A boa administração de tempo é provavelmente o fator mais importante na administração de si mesmo e do trabalho executado. Ela começa com a auto-descoberta, isto é , com a identificação de como utilizamos o nosso tempo, do que não nos satisfaz e do que desejamos mudar.
20 Dicas Para o Sucesso
20 Dicas Para o Sucesso
01 – Elogie 03 pessoas por dia;
02 – Tenha um aperto de mão firme;
03- Olhe as pessoas nos olhos;
04 – Gaste menos do que ganha;
05 – Saiba perdoar a si mesmo e aos outros;
06 – Trate os outros como gostaria de ser tratado;
07 – Faça novos amigos;
08 – Saiba guardar segredos;
09 – Não adie uma alegria;
10 – Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
11 – Aceite sempre uma mão estendida;
12 – Sorria;
13 – Pague as suas contas em dia;
14 – Não ore para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir sabedoria;
15 – Dê às pessoas uma Segunda chance;
16 – Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado (a) ou nervoso (a);
17 – Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas;
18 – Dê o melhor de si no seu trabalho;
19 – Seja humilde, principalmente nas suas vitórias;
20 – Jamais queira tirar a esperança de uma pessoa. Pode ser que ela só tenha isso.
Autor: Luiz A. Marins Filho
Fonte: CBS Consultoria
01 – Elogie 03 pessoas por dia;
02 – Tenha um aperto de mão firme;
03- Olhe as pessoas nos olhos;
04 – Gaste menos do que ganha;
05 – Saiba perdoar a si mesmo e aos outros;
06 – Trate os outros como gostaria de ser tratado;
07 – Faça novos amigos;
08 – Saiba guardar segredos;
09 – Não adie uma alegria;
10 – Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
11 – Aceite sempre uma mão estendida;
12 – Sorria;
13 – Pague as suas contas em dia;
14 – Não ore para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir sabedoria;
15 – Dê às pessoas uma Segunda chance;
16 – Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado (a) ou nervoso (a);
17 – Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas;
18 – Dê o melhor de si no seu trabalho;
19 – Seja humilde, principalmente nas suas vitórias;
20 – Jamais queira tirar a esperança de uma pessoa. Pode ser que ela só tenha isso.
Autor: Luiz A. Marins Filho
Fonte: CBS Consultoria
quarta-feira, 14 de abril de 2010
HISTÓRIA DA INTERNET - Parte 1
A Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas pelo mundo inteiro, que têm em comum um conjunto de protocolos e serviços, de forma que os usuários a ela conectados podem usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial.
A Internet surgiu a partir de um projeto da agência norte-americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency) com o objetivo de conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa. Essa conexão iniciou-se em 1969, entre 4 localidades (Universidades da Califórnia de Los Angeles e Santa Barbara, Universidade de Utah e Instituto de pesquisa de Stanford), e passou a ser conhecida como a ARPANET.
Esse projeto inicial foi colocado à disposição de pesquisadores, o que resultou em uma intensa atividade de pesquisa durante a década de 70, cujo principal resultado foi a concepção do conjunto de protocolos Que até hoje é a base da Internet, conhecido como TCP/IP.
No início da década de 80 a ARPA iniciou a integração das redes de computadores dos outros centro de pesquisas à ARPANET; nessa mesma época foi feita na Universidade da Califórnia de Berkeley, a implantação dos protocolos TCP/IP no Sistema Operacional UNIX, o que possibilitou a integração de várias universidades à ARPANET.
Em 1985, a entidade americana NSF (National Science Foundation) interligou os supercomputadores de seus centros de pesquisas, o que resultou na rede conhecida como NSFNET, que em 1986 foi conectada à ARPANET; o conjunto de todos os computadores e redes ligados e esses dois backbones (espinhas dorsais de uma rede) passou a ser conhecido oficialmente como INTERNET.
Em 1988 a NSFNET passou a ser mantida como o apoio das organizações IBM, MCI (empresa de telecomunicações) e MERIT (instituicao responsável por uma rede de computadores de instituições educacionais de Michigan), que formaram uma associação conhecida como ANS (Advanced Network and Services).
Em 1990 o backbone ARPANET foi desativado, criando-se em seu lugar o backbone DRI ( Defense Research Internet); em 1991/1992 a ANS desenvolveu um novo backbone, conhecido como ANSNET, que passou a ser o backbone principal da Internet; nessa mesma época iniciou-se o desenvolvimento de um backbone europeu ( EBONE), interligando alguns países da Europa à Internet.
A partir de 1993 a Intenet deixou de ser uma instituição de natureza apenas acadêmica e passou a ser explorada comercialmente, tanto para a construção de novos backbones por empresas privadas (PSI, UUnet, Sprint,...) como para fornecimento de serviços diversos, abertura essa a nível mundial.
A Internet surgiu a partir de um projeto da agência norte-americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency) com o objetivo de conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa. Essa conexão iniciou-se em 1969, entre 4 localidades (Universidades da Califórnia de Los Angeles e Santa Barbara, Universidade de Utah e Instituto de pesquisa de Stanford), e passou a ser conhecida como a ARPANET.
Esse projeto inicial foi colocado à disposição de pesquisadores, o que resultou em uma intensa atividade de pesquisa durante a década de 70, cujo principal resultado foi a concepção do conjunto de protocolos Que até hoje é a base da Internet, conhecido como TCP/IP.
No início da década de 80 a ARPA iniciou a integração das redes de computadores dos outros centro de pesquisas à ARPANET; nessa mesma época foi feita na Universidade da Califórnia de Berkeley, a implantação dos protocolos TCP/IP no Sistema Operacional UNIX, o que possibilitou a integração de várias universidades à ARPANET.
Em 1985, a entidade americana NSF (National Science Foundation) interligou os supercomputadores de seus centros de pesquisas, o que resultou na rede conhecida como NSFNET, que em 1986 foi conectada à ARPANET; o conjunto de todos os computadores e redes ligados e esses dois backbones (espinhas dorsais de uma rede) passou a ser conhecido oficialmente como INTERNET.
Em 1988 a NSFNET passou a ser mantida como o apoio das organizações IBM, MCI (empresa de telecomunicações) e MERIT (instituicao responsável por uma rede de computadores de instituições educacionais de Michigan), que formaram uma associação conhecida como ANS (Advanced Network and Services).
Em 1990 o backbone ARPANET foi desativado, criando-se em seu lugar o backbone DRI ( Defense Research Internet); em 1991/1992 a ANS desenvolveu um novo backbone, conhecido como ANSNET, que passou a ser o backbone principal da Internet; nessa mesma época iniciou-se o desenvolvimento de um backbone europeu ( EBONE), interligando alguns países da Europa à Internet.
A partir de 1993 a Intenet deixou de ser uma instituição de natureza apenas acadêmica e passou a ser explorada comercialmente, tanto para a construção de novos backbones por empresas privadas (PSI, UUnet, Sprint,...) como para fornecimento de serviços diversos, abertura essa a nível mundial.
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